domingo, 20 de setembro de 2009

Tenho medo...
Das incertezas do dia seguinte
Do viver sem sentido e sem razão
Da monotonia das noites vazias
Do fim da esperança, da motivação.
Tenho medo...
De perder as palavras totalmente
E o romantismo nelas desaparecer
Dos meus pensamentos não te alcançarem
E dos meus olhos você esquecer.
Tenho medo...
De nas tempestades não achar refúgio
E nas revoltas do mar
Sofrer a angustia torpe de perceber
O frio cortante do seu olhar ausente.
Tenho medo...
De sufocado e envolvido pela dor
O amor ser varrido totalmente
E nossos sonhos serem todos banidos
E levados de nós, pelo vento quente.
Tenho medo...
De lágrimas vertidas inutilmente
De sentir frio e vazio no coração
Que o anoitecer esperado foi esquecido
Que a porta aberta nunca existiu..........
Das incertezas do dia seguinte
Do viver sem sentido e sem razão
Da monotonia das noites vazias
Do fim da esperança, da motivação.
Tenho medo...
De perder as palavras totalmente
E o romantismo nelas desaparecer
Dos meus pensamentos não te alcançarem
E dos meus olhos você esquecer.
Tenho medo...
De nas tempestades não achar refúgio
E nas revoltas do mar
Sofrer a angustia torpe de perceber
O frio cortante do seu olhar ausente.
Tenho medo...
De sufocado e envolvido pela dor
O amor ser varrido totalmente
E nossos sonhos serem todos banidos
E levados de nós, pelo vento quente.
Tenho medo...
De lágrimas vertidas inutilmente
De sentir frio e vazio no coração
Que o anoitecer esperado foi esquecido
Que a porta aberta nunca existiu..........
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
sábado, 12 de setembro de 2009
Beirut - Elephant Gun
Criado nos Estados Unidos em 2005, o Beirut nasceu da paixão de Zach Condon pela música cigana dos Bálcãs. Instrumentos de sopro como a tuba, o bombardino e o acordeon compõem parte da orquestra "gipsy-folk" regida por Condon.
O show foi ontem, mas como não fui, hunf.
Taí a musica mais conhecida, pela minissérie Capitu.
Em seus olhos...em meus olhos...

Em seus olhos posso ver
Minha paixão refletir,
Em meus braços te ter
E teu calor sentir.
À tona venha trazer
A rigidez do nosso amor,
Sentindo no corpo o prazer
E na alma o esplendor.
Aprecie meu corpo sem roupa
Toca os detalhes das curvas,
Vem e me deixa toda louca
No quarto à luzes turvas.
Me acaricia por inteira
Me faz gemer sem querer,
E com seu prazer firme completo
Estrelas com certeza me faz ver.
Em meus olhos podes ver
E na minha pele sentir,
Meu delírio de amor
E a mais amor então pedir.
E você me dará, então,
O quanto eu quiser
Faz-me ser sua paixão
Faz-me ser sua mulher.
Quero ver o fogo nos queimar
Ardendo as carnes com paixão
Abraçados vamos nos acomodar
Quentes como as larvas dum vulcão.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Can't Take My Eyes Off You - Muse
Quem nunca cantou esse refrão??
Pro meu Mário...
I love you, baby,
And if it's quite alright,
I need you, baby,
To warm a lonely night.
I love you, baby.
Trust in me when i say:
Oh, pretty baby,
Don't bring me down, I pray.
Oh pretty baby,
now that i found you, stay
And let me love you, baby.
Let me love you.
terça-feira, 8 de setembro de 2009
I Walk Alone - Tarja Turunen
"Go back to sleep forever more
Far from your fools and lock the door
They're all around and they'll make sure"
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Meu coração apertado

Nesses dias tão assim
Tenho no peito um coração apertado
Num nó angustiado
Numa tristeza que não tem fim.
Tento sorrir
Pensar positivo
Imaginar bons momentos
Mas aqui no meu peito ele continua sufocado.
Um sentimento
Que cala a alma
E o coração
Canta triste e só.
Canta a sinfonia
Das dores
Das desilusões
Dos desencantos e das aflições.
As lágrimas rolam
O coração sangra
E até que a alegria volte
Você se sente morrer.
Mas são momentos da vida
Que nos tornam mais fortes
Nos fazem guerreiros
E nos ensinam a crescer.
Tenho no peito um coração apertado
Num nó angustiado
Numa tristeza que não tem fim.
Tento sorrir
Pensar positivo
Imaginar bons momentos
Mas aqui no meu peito ele continua sufocado.
Um sentimento
Que cala a alma
E o coração
Canta triste e só.
Canta a sinfonia
Das dores
Das desilusões
Dos desencantos e das aflições.
As lágrimas rolam
O coração sangra
E até que a alegria volte
Você se sente morrer.
Mas são momentos da vida
Que nos tornam mais fortes
Nos fazem guerreiros
E nos ensinam a crescer.
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